Os meus amantes.
Divertem-se, amam-se, desejam-se e consomem-me em dor…
Dói-me não poder estar unida dessa forma tão intensa.
Em mim só há tristeza e solidão.
Preciso de força para não mostrar um esgar de dor perante essa felicidade. Mas sei como o fazer. O meu sofrimento tem que ser contido e mascarado por desejo e saudade antecipada. O meu coração não pode bater tão forte para não ser ouvido. A minha respiração tem que ser regular ao ponto de quase me sufocar. Sorrio para não morder os lábios até sangrarem.
E sou uma alma desesperada, que não quer perder os seus amantes, que são amantes eternos e não quero que os amantes eternos se percam por mim. Amo os amantes eternos. Eternamente. Até doer mais que o que a própria alma possa suportar.
Quero-os tanto. Os seus corpos, juntos e separados, em mim e eu neles. Ou sem mim.
Amo-os tanto. Os meus amantes que são amantes eternos.
E que me vão deixar sozinha ainda hoje…
Preciso de força para não mostrar um esgar de dor perante essa felicidade. Mas sei como o fazer. O meu sofrimento tem que ser contido e mascarado por desejo e saudade antecipada. O meu coração não pode bater tão forte para não ser ouvido. A minha respiração tem que ser regular ao ponto de quase me sufocar. Sorrio para não morder os lábios até sangrarem.
E sou uma alma desesperada, que não quer perder os seus amantes, que são amantes eternos e não quero que os amantes eternos se percam por mim. Amo os amantes eternos. Eternamente. Até doer mais que o que a própria alma possa suportar.
Quero-os tanto. Os seus corpos, juntos e separados, em mim e eu neles. Ou sem mim.
Amo-os tanto. Os meus amantes que são amantes eternos.
E que me vão deixar sozinha ainda hoje…


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